WSOP 2026 Main Event: franceses fortes após 4 flights
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O WSOP 2026 Main Event já soma 8.077 entradas. Veja os maiores stacks franceses e o que esperar da Day 2.
O WSOP 2026 Main Event já virou uma maratona
O Main Event de US$ 10.000 da World Series of Poker voltou a mostrar por que é o torneio mais emblemático do poker ao vivo. Após o fim do Day 1D, o evento já registrava 8.077 entradas, um número que reforça a dimensão do field e a exigência do desafio: para ir longe aqui, não basta correr bem nas cartas — é preciso administrar Pilha, ritmo e pressão durante horas e horas.
Para os jogadores, o Main Event é muito mais do que um torneio grande. Ele pode mudar carreira, reputação e até a forma como um profissional é visto no circuito. Por isso, a atenção não fica só nas mesas de Las Vegas: ela também se espalha por [salas de poker]( /pt/salasdepoker ) e [clubes de poker]( /pt/clubesdepoker ), onde muita gente se prepara para chegar pronta ao maior palco do verão.
França começa forte no Day 1B
O Day 1B trouxe vários nomes conhecidos da França para a próxima fase. O destaque foi Florian Guimond, que ensacou 214.900 fichas e terminou com a maior Pilha francesa desse flight. Ele foi acompanhado por:
- Yohan Rascar — 205.500
- Matthieu Mary — 149.100
- Malo Latinois — 136.900
- Benjamin Gros — 106.800
- Gaetan Balleur — 73.000
- Loic Debregeas — 70.000
- Kenny Deffrasnes — 62.800
- Maxime Chilaud — 58.000
- Pierre Calamusa — 55.000
Em um torneio desse tamanho, sobreviver ao dia inicial com uma pilha jogável já é uma vitória importante. Isso dá mais espaço para escolher spots, evitar all-ins desnecessários e aproveitar melhor os níveis seguintes. Para quem estuda o jogo com seriedade, esse tipo de ajuste é exatamente o que uma boa [escola de poker]( /pt/escoladepoker ) ajuda a desenvolver.
Day 1C: Arthur Dore lidera a carga francesa
O Day 1C foi ainda mais positivo para a delegação francesa, com 17 jogadores avançando para o Day 2. O nome do dia foi Arthur Dore, que fechou com 216.700 fichas. Além de liderar os franceses nesse flight, ele também montou a maior pilha entre todos os quatro primeiros flights.
Os demais classificados franceses do Day 1C foram:
- Julien Thome — 151.100
- Arnaud Mattern — 128.900
- Mercedes Osti — 126.800
- Romain Lewis — 115.300
- Nicolas Godard — 103.500
- Erwann Pecheux — 41.400
- Anthony Apicella — 28.000
- Aurélie Reard — 21.500
- Killian Desnos — 7.500
Esse tipo de presença em massa mostra a profundidade do pool francês. Em um Main Event, isso importa muito: quanto mais jogadores fortes e experientes passam, maior a chance de haver um deep run com cara de história grande. E, para muitos grinders, esse caminho começa com [promoções e bônus]( /pt/blog/promocoes ) que ajudam a financiar volume e qualificação.
Day 1D: Sacha Cohen puxa outro bom bloco francês
O recém-encerrado Day 1D também terminou bem para a França. Sacha Cohen foi o melhor entre os franceses com 212.000 fichas, desempenho que o deixou em 25º lugar no chip count geral e com uma pilha bastante confortável para o início do Day 2.
Logo atrás aparecem:
- Leo Soma — 154.500
- Kalidou Sow — 135.000
- Benjamin Pollak — 114.200
- Malcom Franchi — 113.800
- Clement Richez — 90.000
- Lucien Cohen — 87.200
- Samy Dubonnet — 82.500
- Antoine Labat — 80.000
- Benjamin Chalot — 78.000
- Nicolas Vayssières — 70.000
- Antonin Teisseire — 66.300
- Paul Tedeschi — 66.000
- Florence Mazet — 64.000
- Nicolas Milgrom — 62.000
- Virgile Turchi — 59.600
- Julien Mariani — 45.000
- Antoine Saout — 43.600
- Johan Guibert — 42.400
- Thomas Eychenne — 33.500
É uma lista que chama atenção não só pela quantidade, mas também pela qualidade dos nomes. Quando tantos jogadores sólidos chegam juntos à Day 2, o field ganha histórias diferentes: alguns vão jogar pelo controle, outros vão procurar pressão em spots de 3-bet, e alguns podem transformar uma pilha média em um salto enorme se encontrarem o momento certo.
Análise: por que esses stacks importam tanto na Day 2
No Main Event, começar a Day 2 com stack saudável muda completamente a forma de jogar. Arthur Dore, Florian Guimond e Sacha Cohen entram com mais liberdade para pressionar stacks médios, escolher melhores spots de 3-bet e evitar all-ins marginais sem edge clara.
Do ponto de vista estratégico, isso faz diferença por três motivos principais:
- o field ainda é enorme, então cada decisão lucrativa ganha mais valor;
- uma pilha confortável reduz a variância e ajuda a suportar mesas difíceis;
- o Main Event premia paciência, leitura de dinâmica e adaptação mais do que agressão constante.
Em outras palavras, a França tem base suficiente para sonhar com mais do que simples ITM. Há profundidade, experiência e perfis variados para sustentar um avanço relevante. Para quem quer evoluir na carreira, também vale pensar além das mesas e escolher bem o ecossistema de estudo e jogo, incluindo um bom [agente de poker]( /pt/agentepoker ) quando isso fizer sentido para a rotina do jogador.
Conclusão: chance real de deep run francês
Depois dos quatro primeiros flights, a França segue muito bem posicionada no WSOP 2026 Main Event. Há nomes fortes, pilhas competitivas e volume suficiente para alimentar a expectativa por um grande resultado.
A Day 2 deve ser um ponto de virada importante: o field começa a afunilar, a pressão sobe e as decisões ganham ainda mais peso. Se um desses franceses encaixar bem o ritmo do torneio, o verão pode ganhar um deep run de destaque — e o Main Event, como sempre, terá mais uma história para entrar na memória do poker.
FAQ
Quantas entradas o WSOP 2026 Main Event tem após o Day 1D?
Após o Day 1D, o WSOP 2026 Main Event chegou a 8.077 entradas. O número confirma o tamanho gigantesco do torneio.
Quem tem a maior pilha francesa no WSOP 2026 Main Event?
Arthur Dore tem a maior pilha francesa entre os primeiros flights, com 216.700 fichas. Florian Guimond também se destacou com 214.900.
Quem liderou os franceses no Day 1D?
Sacha Cohen liderou os franceses no Day 1D com 212.000 fichas. Ele terminou em 25º no chip count geral.
Por que a pilha é tão importante na Day 2 do Main Event?
Uma pilha maior dá mais liberdade para pressionar, escolher melhores spots e lidar melhor com a variância. Em um field enorme, isso é uma vantagem real.