WSOP 2026: Julien Sitbon chega ao top 9 no Mystery Bounty
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No WSOP 2026, o $10K Mystery Bounty chegou ao top 9 com Julien Sitbon vivo na disputa. Alex Foxen segue forte no PLO e mira o 5º bracelete.
WSOP 2026: o Mystery Bounty de $10K entra na reta final
O World Series of Poker 2026 está naquela fase que separa os grandes deep runs das conquistas históricas. No $10.000 Mystery Bounty, o field de 558 entradas já foi reduzido para apenas 9 jogadores, e entre eles está o francês Julien Sitbon, representante do Team Pro Winamax.
Sitbon volta para a decisão com 2.140.000 fichas, ocupando a 6ª posição no chip count. Não é a maior pilha da mesa, mas é uma stack jogável e, num formato como esse, ainda há muito espaço para virar o jogo. Em fases avançadas de WSOP, o diferencial costuma estar em tomar a decisão certa sob pressão, controlar o tamanho do pote e escolher bem os spots de all-in.
Para o público do poker, esse tipo de mesa final é o motivo pelo qual o WSOP continua sendo o palco mais valioso do calendário: cada mão pode mudar o rumo do torneio, e cada bounty pode transformar uma noite comum em uma corrida por bracelete.
Alex Anton lidera, Josh Reichard vem colado
Na ponta do ranking provisório está Alex Anton, com 6.600.000 fichas. Logo atrás aparece o norte-americano Josh Reichard, com 6.555.000. A diferença é mínima, o que deixa a decisão ainda mais aberta e aumenta o peso de cada pote no dia seguinte.
O campeão desse evento vai levar US$ 678.300, mas no formato Mystery Bounty o valor vai além da premiação principal. Como os bounties são distribuídos de forma surpresa, cada eliminação pode render um prêmio adicional e alterar completamente a dinâmica da mesa.
Entre os franceses, também houve boas campanhas ao longo do evento. Emilien Pitavy terminou em 33º lugar, enquanto Sonny Franco caiu em 60º. Não é pouca coisa em um field desse tamanho e com tantas estrelas internacionais.
Se você acompanha a jornada de jogadores que buscam chegar a torneios desse nível, vale conhecer as salas de poker, onde muita gente constrói experiência e banca para atacar séries ao vivo como o WSOP.
PLO de $25K vai decidir tudo com Alex Foxen na briga
Outro torneio que está prestes a definir seu campeão é o $25.000 Pot-Limit Omaha. Restam apenas 8 jogadores dos 451 inscritos, e o vencedor vai embolsar US$ 2.161.056. O prize pool chegou a US$ 10.598.500, um número muito forte para um evento de PLO com esse buy-in.
Entre os finalistas, o grande nome é Alex Foxen, que ensacou 7.775.000 fichas. Ele entra no último dia com chance real de conquistar o 5º bracelete da carreira no WSOP. Para um jogador do calibre dele, isso representa mais do que mais uma mesa final: é a chance de consolidar ainda mais o status de elite no circuito.
Mas a missão não será simples. Foxen ainda precisa passar por jogadores muito perigosos, como Richard Gryko e o grego Eelis Pärssinen. No PLO, a leitura de textura de board, o valor dos redraws e a disciplina pós-flop pesam muito mais do que em no-limit hold’em.
Para quem quer evoluir tecnicamente, a escola de poker é um caminho natural para estudar conceitos que fazem diferença justamente nessas fases finais.
Marco Johnson vence o Freezeout de $2.500
Entre os campeões do dia, o destaque ficou com Marco Johnson, vencedor do $2.500 Freezeout. Ele levou US$ 513.885 depois de superar Chino Rheem no heads-up. Rheem, por sua vez, ficou com US$ 341.970 pelo vice-campeonato.
A reta final também teve a queda de Faraz Jaka, que começou a fase decisiva como chip leader, mas terminou em 4º lugar e faturou US$ 180.210. É um lembrete claro de que liderança de fichas é uma vantagem importante, mas não garante o título quando o field tem tantos profissionais experientes.
A equipe francesa também esteve perto de uma mesa final mais forte. Sébastien Grax parou em 10º lugar e recebeu US$ 35.230. Além dele, Leo Soma terminou em 57º, Tristan Forge em 130º e Cédric Schwaederle em 193º.
Quem acompanha a rotina dos jogadores ao vivo sabe que os clubes de poker seguem sendo um ambiente importante para lapidar leitura, ritmo de torneio e adaptação ao live poker.
Millionaire Maker ainda tem muita história para contar
No $1.500 Millionaire Maker, a disputa está longe de acabar. Dos 4.122 jogadores que começaram o evento, 693 seguem vivos e voltam para o Day 3. É um dos torneios mais populares e mais voláteis da série, com field gigantesco e muita variância ao longo das fases.
O belga Michael Gathy é um dos nomes mais fortes no momento e aparece no top 6 com 1.150.000 fichas. Em um field desse tamanho, ter uma pilha dessas dá bastante conforto para atacar os spots certos.
- Roger Dimaria — 935.000
- Florence Mazet — 900.000
- Allan Tirel — 455.000
- Thomas Cazayous — 425.000
Com average de 148.000 fichas, esses stacks colocam a turma francesa em uma posição bastante competitiva. Em eventos massivos como esse, a chave é sobreviver, acumular quando a mesa permitir e evitar confrontos desnecessários em stacks profundos.
Para muitos jogadores, o caminho até esses torneios passa por satélites, roll management e boas promoções e bônus, que ajudam a ampliar o número de tiros possíveis ao longo da temporada.
Análise: o que esse dia diz sobre o WSOP 2026
O dia de hoje reforça uma verdade clássica do poker ao vivo: quem chega longe em vários formatos está fazendo muita coisa certa. Não é coincidência ver nomes como Julien Sitbon e Alex Foxen em destaque ao mesmo tempo. Eles representam dois perfis diferentes, mas igualmente fortes: adaptação, leitura de cenário e capacidade de jogar sob pressão.
- No Mystery Bounty, a presença dos bounties muda a matemática e exige ajustes de ranges.
- No PLO, a qualidade da decisão pós-flop costuma valer mais do que a força bruta pré-flop.
- No Millionaire Maker, paciência e controle de stack podem valer tanto quanto agressividade.
Para os jogadores, a lição é clara: torneios do WSOP não se vencem só com cartas boas. É preciso entender estrutura, ICM, dinâmica de mesa e, principalmente, saber quando arriscar. Quem busca evoluir de forma consistente também precisa pensar além do felt, construindo base em um bom agente de poker ou em uma gestão de calendário que permita jogar os eventos certos.
Em resumo, o dia foi excelente para a narrativa do festival: Sitbon está vivo no top 9 do Mystery Bounty, Foxen segue em busca do 5º bracelete, Johnson já cravou seu título e a França continua com stacks relevantes no Millionaire Maker.
Fechamento do dia no WSOP 2026
A fotografia do dia 25 é muito clara: Julien Sitbon segue na briga pelo bracelete, Alex Foxen está a um passo de mais um feito histórico no PLO, Marco Johnson já levantou um troféu e os franceses continuam representados em bons números nos torneios gigantes.
Com várias decisões importantes marcadas para o próximo dia, o WSOP 2026 promete mais uma rodada de alta tensão, grandes premiações e poker de altíssimo nível.
FAQ
Quem está no top 9 do Mystery Bounty de $10K no WSOP 2026?
Julien Sitbon é um dos nove jogadores restantes e volta para a decisão em 6º lugar no chip count, com 2.140.000 fichas.
Quanto paga o campeão do Mystery Bounty de $10K no WSOP 2026?
O vencedor vai receber US$ 678.300, além dos possíveis bounties surpresa do formato.
Quem venceu o Freezeout de $2.500 no WSOP 2026?
Marco Johnson conquistou o título e faturou US$ 513.885 após bater Chino Rheem no heads-up.
Quantas fichas Alex Foxen tem no PLO de $25K?
Alex Foxen está com 7.775.000 fichas e segue vivo na disputa pelo 5º bracelete da carreira no WSOP.
Quantos jogadores seguem no Millionaire Maker?
Depois do Day 2, restam 693 jogadores no $1.500 Millionaire Maker, de um field inicial de 4.122 entradas.