WSOP 2026: Jeremy Izquierdo é 3º no $5.000 6-Handed

WSOP 2026: Jeremy Izquierdo terminou em 3º no $5.000 6-Handed NLH e levou $460.256. Veja a mão decisiva e os outros resultados.

Jeremy Izquierdo na mesa final do WSOP 2026 no evento $5.000 6-Handed No-Limit Hold'em

Jeremy Izquierdo coloca a França mais uma vez em destaque no WSOP 2026

A presença francesa no WSOP 2026 segue forte, e Jeremy Izquierdo acrescentou mais um resultado de peso ao cenário ao terminar em 3º lugar no evento de $5.000 6-Handed No-Limit Hold'em. Em uma disputa curta, agressiva e cheia de pressão, subir ao pódio já é uma conquista enorme — especialmente quando o field reúne jogadores experientes e acostumados a tomar decisões sob máxima tensão.

O mais interessante é que Izquierdo chegou à reta final com o 5º stack após o Day 3, ou seja, não estava no topo da contagem de fichas quando a fase decisiva começou. Em torneios 6-handed, isso muda tudo: os ranges ficam mais amplos, a frequência de all-in aumenta e cada pote tem peso estratégico muito maior. Não basta sobreviver; é preciso saber quando pressionar, quando pagar e quando preservar a pilha.

O francês transformou essa caminhada em $460.256. Ainda não veio o bracelete, mas o resultado reforça uma tendência clara: a França continua produzindo jogadores competitivos nos maiores palcos do poker mundial. Para quem quer estudar esse tipo de situação com mais profundidade, vale conferir a escola de poker, especialmente para entender ajustes em mesas curtas e fases finais de torneios.

A mão final: K5o contra K10o e o kicker decidiu tudo

A eliminação de Jeremy Izquierdo foi dramática e muito típica de uma mesa final de alto nível. No small blind, o francês colocou suas últimas 6.200.000 fichas no meio com K5o. Não foi um shove confortável; foi uma defesa obrigatória em um momento em que desistir deixaria pouca margem para reação.

Markus Gonsalves respondeu com call segurando K10o, a mão melhor pelo kicker. No board, os dois jogadores acertaram par de reis, mas o kicker superior do americano definiu a disputa e encerrou a trajetória do francês no torneio.

Esse tipo de spot mostra por que o poker em mesa curta é tão cruel: uma mão que parece parelha no pré-flop pode virar um desastre ou um salto enorme na premiação por causa de um detalhe minúsculo. Em fases finais, a leitura de ranges, a profundidade da pilha e a posição valem tanto quanto a força absoluta da mão.

Quem acompanha a rotina de jogo e quer praticar essas estruturas pode comparar ambientes em salas de poker e também em clubes de poker, porque a dinâmica live e online muda bastante a forma de aplicar pressão e administrar fichas.

Markus Gonsalves conquista o primeiro bracelete da carreira

O algoz de Izquierdo aproveitou a chance da melhor maneira possível. Markus Gonsalves venceu o torneio, faturou o primeiro bracelete WSOP da carreira e levou para casa $979.655. Para qualquer jogador, esse é o tipo de resultado que muda a reputação, fortalece o currículo e abre novas portas no circuito.

O vice-campeão foi Xiaoyao Ma, que recebeu $653.037. Daniel Rezaei terminou em 4º lugar com $328.810, Dominykas Mikolaitis ficou em 5º e garantiu $238.152, Joshua Boulton foi o 6º colocado com $174.909, e Oliver Weis caiu na 7ª posição, levando $130.287.

Essa distribuição de prêmios ajuda a entender o nível de competitividade dos eventos principais da série. Hoje, o WSOP reúne fields muito mais preparados do que no passado, e isso comprime a vantagem dos grandes nomes. Em torneios assim, um único all-in ou um único call fora de hora pode mudar completamente o rumo da mesa final.

Para quem está montando volume de torneios e quer reduzir o custo da jornada, também é importante acompanhar promoções e bônus, já que a gestão de bankroll faz diferença real na carreira de quem joga com frequência.

Nicolas Milgrom também brigou forte no Seven Card Stud Hi-Lo

Outro francês teve sua dose de emoção em uma disciplina diferente. No $10.000 Seven Card Stud Hi-Lo, Nicolas Milgrom chegou à fase decisiva com ótima posição, já que havia terminado o dia anterior em 4º lugar no chipcount. Em mixed games, esse tipo de stack é extremamente valioso, porque o campo costuma ser mais técnico e com menos margem para erros automáticos.

Mesmo assim, o último dia acabou sendo duro para ele. Milgrom foi eliminado na 10ª colocação e recebeu $28.681. Não é o desfecho ideal para quem começa tão perto da liderança, mas ainda assim o desempenho confirma que o poker francês também é competitivo em formatos menos populares e muito mais técnicos do que o No-Limit Hold'em tradicional.

O título ficou com Matt Grapenthien, que superou o inglês Jack Germaine no heads-up e embolsou $415.648. Maxx Coleman ficou muito perto de um terceiro bracelete e terminou em 3º lugar, com $191.165. A mesa final foi forte e variada, o que valoriza ainda mais a presença de Milgrom entre os nomes que lutaram pela reta final.

Se o objetivo é evoluir de forma séria, estudar com estrutura e disciplina faz diferença. Em alguns casos, trabalhar com um agente de poker ou entrar em um grupo focado em análise pode acelerar o aprendizado e ajudar a organizar melhor a carreira.

Análise: o que esses resultados dizem sobre o WSOP e sobre a estratégia moderna

Os resultados de Jeremy Izquierdo e Nicolas Milgrom mostram algo importante para qualquer jogador que acompanha o circuito: no WSOP, não basta ter um bom dia. É preciso sustentar decisões de alto nível por horas, às vezes por dias, em formatos que exigem adaptação constante.

Já a campanha de Milgrom em Seven Card Stud Hi-Lo reforça outro ponto: mixed games continuam premiando estudo específico, memória de padrões e paciência. Não existe atalho para performar bem em modalidades que exigem leitura de board, contagem de possibilidades e disciplina em cada street.

Para o jogador recreativo ou semi-profissional, a mensagem é clara. Se você quer evoluir de verdade, precisa alternar prática, estudo e boa seleção de ambiente. Em alguns casos, os clubes de poker ajudam na experiência ao vivo, enquanto as salas de poker oferecem volume e repetição. O melhor caminho costuma ser combinar os dois.

Conclusão: a França segue competitiva e a corrida pelo bracelete continua

O dia foi excelente para quem acompanha a narrativa francesa no WSOP 2026. Jeremy Izquierdo chegou muito perto de um título gigantesco, Nicolas Milgrom também entrou na reta final de uma disputa técnica, e Markus Gonsalves e Matt Grapenthien levaram os troféus em seus respectivos eventos.

A leitura geral é simples: a disputa por braceletes segue brutalmente competitiva, e os resultados mais valiosos vêm para quem combina técnica, disciplina e coragem nos momentos certos. A França continua aparecendo com força, e ainda há muito WSOP pela frente para novas histórias, novos deep runs e talvez mais uma grande conquista europeia.

FAQ

Em que posição Jeremy Izquierdo terminou no WSOP 2026 $5.000 6-Handed?

Jeremy Izquierdo terminou em 3º lugar no evento $5.000 6-Handed No-Limit Hold'em e ganhou $460.256.

Qual foi a mão decisiva de Jeremy Izquierdo?

Ele colocou as últimas 6.200.000 fichas com K5o no small blind, e Markus Gonsalves pagou com K10o. Ambos fizeram par de reis, mas o kicker do americano venceu.

Quem venceu o $5.000 6-Handed No-Limit Hold'em no WSOP 2026?

Markus Gonsalves venceu o torneio, conquistou seu primeiro bracelete WSOP e recebeu $979.655.

Como foi o resultado de Nicolas Milgrom no Seven Card Stud Hi-Lo?

Nicolas Milgrom terminou em 10º lugar no $10.000 Seven Card Stud Hi-Lo e levou $28.681.

Por que esses resultados importam para jogadores de poker?

Porque mostram como formatos curtos e mixed games exigem adaptação, leitura de stack, disciplina e decisões precisas sob pressão.