WSOP 2026: franceses brilham em vários eventos no Dia 44

WSOP 2026 mostra força francesa no Mystery Bounty PLO, no Ultra Stack NLH e no Main Event. Veja os stacks e os principais nomes do dia.

Jogadores no WSOP 2026 enquanto franceses avançam no Mystery Bounty PLO e no Main Event

WSOP 2026: a França aparece forte em vários eventos

Mesmo com todas as atenções voltadas para o Main Event, a ação do WSOP 2026 também segue intensa em outros torneios, e a delegação francesa voltou a mostrar profundidade. O Dia 44 deixou claro que a França não está dependendo de um único deep run: os resultados aparecem em formatos bem diferentes, do PLO ao NLH turbo, passando pelo próprio Main Event.

Para quem joga torneios, isso é um sinal importante. Em séries como a WSOP, não basta apenas sobreviver — é preciso se adaptar à estrutura, ao tamanho do field e às mudanças de ritmo ao longo de sessões longas. Neste dia, os franceses mostraram exatamente isso: alguns montaram pilhas confortáveis, outros avançaram com espaço para jogar, e alguns sentiram de perto a variância brutal que faz parte do jogo.

Mystery Bounty PLO de US$ 1.000: bons stacks franceses

No $1,000 Mystery Bounty PLO, o Day 1A chegou ao fim. Dos 1,922 jogadores que começaram, 288 avançaram para a próxima fase, e entre eles há vários franceses com pilhas acima da média.

O melhor nome francês foi Julien Sitbon, que ensacou 399,000 fichas. Logo atrás aparecem Adem Can com 387,000 e David Lichentinrubintin com 262,000. Cécile Ticherfatine também segue viva com 182,000, um stack suficiente para entrar no Day 2 com alguma tranquilidade.

A história mais dramática do dia foi a de Nicolas Milgrom. Poucas mãos antes do fim, ele estava em 6º no chip count e tinha mais de 600,000 fichas, mas uma queda forte o derrubou até 46,000. Em PLO, isso resume bem o formato: potes grandes, equities próximas e uma variância capaz de mudar tudo rapidamente.

Mathieu Choffardet também conseguiu avançar, embora com apenas 40,000 fichas, o que o coloca em uma situação delicada para a sequência do torneio.

Se você quer entender melhor como se preparar para fields grandes e estruturas variadas, vale conferir também salas de poker e escola de poker, dois pontos úteis para quem busca evoluir do estudo para a prática em torneios ao vivo.

Ultra Stack NLH: Bernat Carreras Moragrega entre os maiores stacks

No $600 Ultra Stack NLH, o field também está encolhendo rapidamente. No Day 1C, 4,217 jogadores participaram, e apenas 321 sobreviveram ao dia inteiro. É o tipo de torneio em que a pressão cresce depressa e cada decisão de stack management pesa muito.

Do ponto de vista francês, o destaque é Bernat Carreras Moragrega, que terminou em 2º no chip count com 2,205,000 fichas. Só o israelense Ron Arnon ficou à frente, com 2,495,000. Em um formato tão acelerado, uma pilha desse tamanho é uma arma real: permite abrir mais mãos, pressionar stacks médios e explorar melhor os spots de fold equity.

O stack de Zoughari, acima da marca de um milhão, é particularmente valioso. Em fields grandes, essa margem permite jogar com mais liberdade e transformar a pressão em vantagem real antes da reta final.

Main Event: mais de 100 franceses seguem para o Dia 3

O Main Event também trouxe volume francês em grande estilo. O Day 2D terminou, e a próxima parada já é o Day 3. No início do dia, 4,458 jogadores sentaram-se às mesas, e 2,034 chegaram ao fim da maratona.

O chip leader do dia foi o americano Michael Rossito, com 770,500 fichas. Nenhum francês apareceu no top 10, mas isso não muda o cenário principal: mais de uma centena de jogadores franceses sobreviveu ao desgaste do dia e vai voltar para brigar.

A melhor pilha francesa é a de Iris Liu, com 458,500 fichas. Mohamed Kerkeni também terminou muito bem, com 418,000, ocupando a 38ª posição no chip count geral. Já Sacha Cohen fechou o dia com 374,000 e segue em ótima condição.

Esse volume reforça a força do ecossistema francês no poker ao vivo. Quem acompanha a preparação dos jogadores sabe que a base costuma passar por estudo, experiência em clubes de poker e também pelo uso inteligente de promoções e bônus quando a trajetória começa no online.

Análise de especialista: o que esses resultados realmente significam

Do ponto de vista estratégico, o Dia 44 da WSOP 2026 é um ótimo retrato do que o poker moderno exige. Uma mesma escola nacional consegue competir em PLO, em NLH de estrutura rápida e no Main Event porque existe preparação específica para cenários muito diferentes.

Para a indústria, isso confirma que as bases fortes de jogadores não surgem por acaso. Elas vêm de estudo consistente, experiência ao vivo e muita repetição de cenários, algo que se constrói também em uma boa escola de poker. Na WSOP, esse preparo faz diferença porque cada erro custa caro e cada vantagem pequena pode virar um grande resultado.

Fechamento: França continua viva na briga da WSOP 2026

O Dia 44 terminou com a França muito bem posicionada em vários eventos. Há stacks fortes para atacar fases profundas, stacks médios com boas possibilidades de crescimento e uma tropa numerosa pronta para o Day 3 do Main Event.

A mensagem final é simples: o poker francês não está apenas participando da WSOP 2026 — ele está competindo de verdade. E se esses stacks forem convertidos em corridas profundas, os próximos dias podem trazer ainda mais motivos para celebrar.

FAQ

Quantos franceses avançaram no Main Event da WSOP 2026 para o Day 3?

Mais de 100 jogadores franceses passaram do Day 2D e seguem para o Day 3.

Quem é o melhor francês no Mystery Bounty PLO de US$ 1.000?

Julien Sitbon lidera entre os franceses com 399,000 fichas.

Qual foi a pilha de Bernat Carreras Moragrega no Ultra Stack NLH?

Bernat Carreras Moragrega terminou o Day 1C com 2,205,000 fichas e ficou em 2º no chip count.

Quem lidera o Main Event da WSOP 2026 após o Day 2D?

O americano Michael Rossito liderou o dia com 770,500 fichas.