Joseph Liberta vence o Millionaire Maker da WSOP 2026
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Joseph Liberta venceu o Millionaire Maker da WSOP 2026 e levou US$ 1,25 milhão. Veja os resultados, destaques e análise completa.
Joseph Liberta conquista o Millionaire Maker na WSOP 2026
Um dos maiores fields do verão em Las Vegas finalmente chegou ao fim com um campeão definido. Joseph Liberta venceu o Millionaire Maker de US$ 1.500 na WSOP 2026 e faturou US$ 1.250.000 depois de superar Michael Monroig no heads-up.
O torneio registrou 11.769 entradas, número que explica por que o Millionaire Maker continua sendo um dos eventos mais populares do calendário: buy-in acessível, field gigantesco e um prêmio principal capaz de mudar a carreira de qualquer jogador. Para Liberta, o resultado representa não apenas um título, mas também um retorno de investimento impressionante.
Final do torneio: top 10 totalmente americano
Outro detalhe importante é que o top 10 foi formado exclusivamente por jogadores americanos. Em um evento com tamanho tão grande, isso chama atenção porque a WSOP costuma reunir profissionais e recreativos do mundo inteiro.
Desta vez, nenhum francês chegou à mesa final. O melhor resultado francês foi de Benoit Fiasson, que terminou em 28º lugar e recebeu US$ 49.200. Em um field com quase 12 mil jogadores, essa colocação já pode ser considerada uma campanha muito forte.
- Joseph Liberta — US$ 1.250.000
- Michael Monroig — US$ 1.000.000
- Bradley Gafford — US$ 750.000
- Halford Fairchild — US$ 530.000
- Joseph Baghdadlian — US$ 410.000
- Alex Kim — US$ 315.000
- Jacob Gagnon — US$ 245.000
- Garry Gurevich — US$ 190.000
Para quem acompanha torneios de grande field, esse tipo de desfecho reforça uma lição clássica: em eventos longos, não basta jogar bem um ou dois spots. É preciso consistência, controle de stack e leitura correta de pressão ICM na reta final. Em muitas situações, estudar formatos e estruturas em salas de poker e comparar com experiências em clubes de poker ajuda muito na preparação.
Benoit Fiasson e a importância de um deep run
Terminar em 28º lugar em um evento com 11.769 entradas não é pouco. Em torneios desse porte, alcançar fases avançadas já exige sobreviver a dias inteiros de variância, mudanças de mesa e potes decisivos em momentos de muita pressão.
Para jogadores que buscam evolução, esse tipo de resultado mostra como pequenas vantagens se acumulam. Melhor seleção de mãos, disciplina no pré-flop e controle emocional fazem diferença enorme quando o field começa a afinar.
É por isso que muitos grinders e amadores sérios investem tempo em estudo pela escola de poker. Em fields gigantes, cada decisão correta aumenta a chance de transformar um min-cash em um resultado realmente lucrativo.
PLO de US$ 1.000: François Scapula vai à mesa final
No evento PLO de US$ 1.000, o francês François Scapula também teve uma campanha marcante. Ele chegou à mesa final e terminou em 6º lugar, levando US$ 80.390. Considerando o field de 3.763 jogadores, é uma performance muito respeitável em uma modalidade conhecida pela alta variância e pela complexidade pós-flop.
O campeão foi o americano Harry Rubin, que bateu o romeno Narcis-Gabriel Nedelcu no heads-up e conquistou seu primeiro bracelete da WSOP, além de US$ 390.300. O pódio foi completado por Toby Joyce, terceiro colocado com US$ 191.500.
- Harry Rubin — US$ 390.300
- Narcis-Gabriel Nedelcu — US$ 260.220
- Toby Joyce — US$ 191.500
- James Sedlacek — US$ 142.140
- Roussos Koliakoudakis — US$ 106.430
- François Scapula — US$ 80.390
- Dechang Zhang — US$ 61.260
- Tony Cousineau — US$ 47.100
Para quem quer estudar melhor a lógica do PLO, vale lembrar que a disciplina exige leitura de equity, coragem para jogar potes grandes e atenção constante ao SPR. Em jogos assim, a preparação técnica pesa tanto quanto a execução na mesa.
Event #62 de US$ 2.500 NLH tem Josh Reichard como campeão
No Event #62 de US$ 2.500 NLH, quem levou a melhor foi Josh Reichard, campeão com prêmio de US$ 555.198. Na decisão, ele venceu Caleb Harris, que ficou com US$ 370.037, enquanto o grego Spyridon Apartoglou terminou em terceiro lugar e recebeu US$ 267.938.
O torneio também teve uma história importante para a França: Corentin Soulier, que havia encerrado o dia anterior em segundo em fichas, acabou eliminado em 9º lugar e saiu com US$ 49.241. É um lembrete de como vantagens de stack não garantem nada quando a reta final aperta.
Outro nome conhecido na faixa final foi Roman Hrabec, que terminou em 11º lugar para US$ 37.713.
Super Seniors e Poker Players Championship entram na reta decisiva
No Super Seniors de US$ 1.000, ainda há um francês vivo na disputa. Lionel Barracano avançou para o Day 4 com uma pilha de 4.405.000 fichas, ocupando a 7ª posição em fichas. Ele está logo atrás de Greg Raymer, que tem 5.410.000. Todos os sobreviventes já têm garantidos ao menos US$ 17.844, e o campeão levará US$ 355.263.
Já Antonin Teisseire ficou pelo caminho na 39ª colocação, faturando US$ 9.593. Em fields mais maduros, como o de Super Seniors, experiência e paciência costumam ser armas tão valiosas quanto agressividade.
A tensão sobe ainda mais no Poker Players Championship de US$ 50.000. O Day 4 foi interrompido e restam apenas 6 sobreviventes. A mesa final provisória terá nomes de peso como Paul Volpe, Phil Ivey, Kristopher Tong, Josh Arieh, Maxx Coleman e Benny Glaser.
Glaser é o chip leader com 8.610.000 fichas, seguido por Maxx Coleman com 5.565.000. Em um torneio tão técnico e com mix de modalidades, essa vantagem pode ser muito relevante na retomada. O vencedor levará US$ 1.343.764.
Análise de especialista: o que esses resultados ensinam
O dia da WSOP 2026 reforça vários pontos fundamentais para quem leva o poker a sério. O primeiro é simples: torneios de field gigante continuam sendo a melhor porta de entrada para prêmios que mudam vidas. O Millionaire Maker prova, ano após ano, que um buy-in relativamente baixo pode gerar um prêmio de sete dígitos.
O segundo ponto é a importância da preparação de longo prazo. Em fields enormes, a maior parte do lucro vem de uma sequência de decisões pequenas e corretas, não de um único pote milagroso. Por isso, estudar ranges, endgame e ICM é essencial, e muitos jogadores acabam buscando apoio em uma escola de poker para acelerar essa evolução.
O terceiro aprendizado é sobre ecossistema e volume. Jogar em boas salas de poker, escolher bem os eventos e aproveitar promoções e bônus pode melhorar muito o custo-benefício da carreira, especialmente para quem faz grind com disciplina e controle de banca.
Por fim, a mistura de NLH, PLO, eventos seniors e o Poker Players Championship mostra por que a WSOP segue sendo a série mais importante do mundo: ela recompensa especialistas, mas também valoriza quem consegue se adaptar a estruturas, stacks e formatos diferentes.
Conclusão: uma jornada forte em vários formatos
A vitória de Joseph Liberta no Millionaire Maker é a manchete principal, mas o dia também trouxe histórias relevantes em PLO, NLH e mixed games. De Harry Rubin conquistando seu primeiro bracelete a Benny Glaser liderando o Poker Players Championship, a WSOP 2026 segue entregando o tipo de drama que mantém Las Vegas no centro do poker mundial.
FAQ
Quem venceu o Millionaire Maker da WSOP 2026?
Joseph Liberta venceu o Millionaire Maker de US$ 1.500 na WSOP 2026 e levou US$ 1.250.000 após bater Michael Monroig no heads-up.
Quantas entradas teve o Millionaire Maker da WSOP 2026?
O Millionaire Maker registrou 11.769 entradas, consolidando-se como um dos maiores fields da série.
Houve francês na mesa final do Millionaire Maker?
Não. O melhor francês foi Benoit Fiasson, que terminou em 28º lugar e recebeu US$ 49.200.
Quem lidera o Poker Players Championship?
Benny Glaser lidera o Poker Players Championship de US$ 50.000 com 8.610.000 fichas após a interrupção do Day 4.
Como François Scapula terminou no PLO de US$ 1.000?
François Scapula terminou em 6º lugar no PLO de US$ 1.000 e faturou US$ 80.390.